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Mostrando postagens de julho, 2026

MUNDO MODERNO??? (julho de 2009)

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Ultimamente algumas coisas me revoltam com mais facilidade. Não sei se sou eu o chato, mais acho que nesse caso não sou eu o motivo. Coisas comuns que vemos todos os dias na televisão, nos jornais, revistas, etc. Pessoas matando umas as outras por nada, brigas por dinheiro, pai matando filho e filho matando pai, todo tipo de preconceito e discriminação, guerras e coisas assim. As pessoas estão esquecendo cada vez mais rápido como é lindo e gostoso ficar sentado num parque, ouvindo os pássaros e vendo a natureza, sair para se divertir com os amigos, conversar com a família. As crianças não brincam mais na rua, não tem amigos, só querem ficar em casa na frente do computador ou jogando vídeo-game, estão crescendo sem saber o que é infância. Eu sei que isso está parecendo um texto de auto-ajuda ou coisa parecida, mas na verdade é um desabafo. Acho que estou numa fase mais sensitiva da minha vida, essas coisas todas realmente me deixam nervoso! Comentários como o da Cláudia Leitte e do mar...

Para minha grande e eterna companheira (junho de 2011)

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Enrolei alguns dias para escrever algo. Primeiro por saber que sou manteiga derretida e vou ter derretido antes do ultimo ponto final, segundo por se tratar das linhas mais duras que eu já escrevi até hoje e terceiro... bom não sei! No dia 23 de junho deste ano (2011) fui acordado com a pior noticia do mundo: Filó estava morta! Minha primeira reação foi a mais normal possível: chorar! A segunda também: chorei! E a quarta, quinta, sexta... Acho que muitos estão achando um baita exagero da minha parte, mas a Filó não era apenas uma cachorra que estava conosco desde 2000, ela era mais. Era um membro da família e mais que isso era a companheira de todas as horas para todos que sentassem ao seu lado. O momento mais dificil foi chegar em casa e não escutar um latido lá no fundo, como quem diz "Opa! Tem gente aí! Alguém vai ver!". Depois de ter a minha vigésima reação do dia minha memória me sacaneou e sem que eu percebesse voltou alguns capitulos, mas mostrou apenas o que ela ...

"White Blank Page" (agosto de 2011)

Desde pequeno eu tenho uma teoria: a melhor forma de acabar com qualquer dor é provoca-la até você não aguentar mais. Aqueles hematomas que aparecem depois de uma pancada ou de um tombo, é só apertar, forte, até uma lágrima escorrer pelo canto do olho, depois disso a dor passa. É melhor que esperar até ela desaparecer sozinha ou que se esqueça. Um momento de dor que tira lágrimas dos olhos mas que depois desaparece e você nem lembra que um dia ela existiu. Só forçar até não aguentar mais e depois não sentir nada. Pelo menos eu achava que a dor sumia, mas ela continuava ali e não era apertando que ela sarava. Na verdade eu ia até o meu limite e voltava para o estágio inicial da dor, então achava que não tinha mais nada, mas ela só estava mais leve, mais calma. Existe um outro tipo de dor, a emocional ou dor do coração, dor do amor, dor de como você preferir chama-la, podemos leva-la ao extremo, derramar mais de uma lágrima, depois disso ela some (ou volta para o estágio inicial!)... mas...